segunda-feira, 4 de outubro de 2010

AC/DC - Live At Donnington (1992)

Live at Donington foi gravado no ano de 1991 pelo grupo australiano AC/DC no Castle Donington. É considerado um dos maiores shows de toda a história,usando também de bons efeitos visuais. Em duas horas de show, o grupo tocou os seus maiores sucessos. O show foi filmado em 35mm com 26 câmeras(incluindo um helicóptero).
Esse é um disco bastante conhecido tanto entre os fãs da banda quanto entre os fã de rock n' roll no geral, o som pesado dele para quem ouve o CD e a iluminação e "cenário" dele para os que assistem em DVD, é coisa que faz a gente ficar vidrado em frente a TV ou com o volume no máximo das caixas de som. Os passos e a interação entre Angus Young e Brian Johnson são bem interessantes e mostram que a banda se da muito bem entre si (e quero ver alguem que, quando sozinho, não pega uma guitarra e faz o "duck walk" imitando o Angus ahahaha).
O show começa Chris Slade (o melhor baterista que passou pelo AC/DC), batendo no chimbal de modo acelerado e o público já começa a delirar, até que entra o uniformizado Angus Young e abre o show com o riff alucinante e pegajoso de Thunderstruck (a melhor música deles, em minha opinião). Os vocais de Brian J. entram com uma força rasgante e junto com todo peso da banda você pode ver realmente que eles, logo na primeira música, já dominavam todo o público que deviam estar tendo orgamos múltipos e grupais, acho que eles já imaginavam que estavam em um dos melhores shows gravados da banda.
O show segue com o riff pesado de Shoot to Thrill e a voz de Brian continua a todo vapor junto com o instrumental e a energia invencível de Angus Y.
Após o "olá" do vocalista para o pessoal assitindo ao show, Back In Black começa levando todos ao delírio seguida de Who Made Who, que eu até fiquei impressionado já que sempre achei que essa música não ficaria muito boa ao vivo, mas o resultado é de surpreender qualquer um.
O riff blues-rock de Heatseeker começa com os grunhidos rasgantes de Brian e logo depois vem The Jack, que é uma música que eu sempre achei fascinante com os vocais do saudoso Bon Scott, mas que nessa versão, com o vocalista que o substituiu, ganha um peso único e marcante do AC/DC que dão outra atmosfera à música e ao espetáculo em si.
Moneytalks começa com mais um riff simples e elétrico de Angus, o refrão dela se repete na sua cabeça ao longo não só do dia, como da semana e te faz querer ouvir ela o tempo todo que estiver livre.
Hells Bells e Dirty Deeds Done Dirt Cheap, dois clássicos deles, são executados magistralmente com seus riffs, refrões e solos mais do que perfeitos, essas são duas faixas que vale a pena dar uma destacada quando você for ouvir.
A velocidade, agressividade de Whole Lotta Rosie se combinam com o entusiasmo e adoração precisos da platéia para com a música que antecede You Shook Me All Night Long e a obrigatória Highway To Hell.
O show se fecha com T.N.T e a prolongada, improvisada e linda For Those About To Rock (We Salute You).

Resumindo tudo o que eu disse agora, um disco mais do que obrigatório a todos aqueles que gostam do equilibrio que o AC/DC faz ao vivo entre a música pesada mas com uma interação entre a banda e público digna de se pagar centenas de reais (euros, libras, dólares..) para assisti-los pelo menos uma vez.
(E pra quem tem ou já viu o DVD, tem ainda o strip-tease de Angus ahahaha)

Download Do Disco

Abraços Obesos!

Um comentário:

  1. É verdade q foram mais de 1 milhão de pessoas nesse dia?

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