Finalmente vou postar uma banda de Ska aqui!
O Reel Big Fish é uma banda de Ska Punk formado no começo dos anos 90, na Califórnia, e começaram a fazer bastante sucesso após o lançamento do disco "Turn The Radio Off", em 1996.
E nesse post falarei exatamente desse disco que, como algumas banda de ska e surf music, tem uma mistura de trompete e guitarras que te deixa alucinado e muda totalmente o estilo da música, e pra melhor! (até aqueles pais mais chatos talvez gostem!!)
Como o disco tem muitas músicas, vou comentar só algumas porque se for falar de todas, termino o post depois do segundo turno.
De cara temos "Sell Out" abrindo o disco, riffs de guitarra e os metais se fundem de um jeito bem melodioso nessa música que foi um dos hits que colocou o RBF no mapa com esse disco preferido dos fãs de ska. Um refrão bem grudento e uma música bem pesada para o estilo, uma das melhores do disco e da banda.
Na sequência temos "Trendy", que abre com os vocais e uma riffzinho de fundo que com certeza vão martelar dentro de você pra sempre! hahahaha. Mais uma vez temos bastante destaque dos metais nas partes instrumentais e vários vocais altos e guitarras distorcidas nos versos e refrões, uma pena a música ser tão curta como todas as outras do albúm. Em média, todas tem entre 2 e 3 minutos =/
"Join The Club" é metade mais lenta e a outra metade ela vai acelerando. No começo dela temos uma guitarra dedilhada e um vocal feito naqueles microfones de gaita (me parece) e depois entram os trompetes com guitarras distorcidas e a música vai acelerando junto com os vocais, até que começa, novamente, a ficar mais lento com os metais e ela fecha no meio termo entre rápido e lento.
"She Has A Girlfriend Now" tem o mesmo esitlo das outras, mas agora com um vocal feminino entre os masculinos que com certeza se destaca dos outros é uma ótima música, novamente curta (3 minutos) e com solos dos metais com todo um swing do cacete. Tudo se casa perfeitamente nessa música.
"Snoop Dog, Baby" muita boa, com riff pesados no começo e no meio da música feito pelos metais e com arranjos mais lentos durante a canção. Muito boa a música.
"Beer" tem uma guitarra no começo que me lembra bastante algumas bandas de ska nacionais e não tem muito a presença dos metais, essa é mais baixo, guitarras, vocais e bateria..e com um fundo de trompetes que dão um toque. Nessa temos solos de guitarra (não é muito comum no albúm)
"241" é uma música quase que inteiramente de metais e parece que foi pra compensar a ausencia dos mesmos em "Beer" hahaha...mas a música é muito boa, muito bem tocada e arranjada, até os headbangers chatões vão pagar um pau pra essa. Essa é o contrário das outras, que são a música com os metais ao fundo..nesse são os metais com uma música de fundo (apesar que, se fosse só os metais, não faria falta o resto).
Seguindo "241" temos outra que o a introdução me lembra um pouco as bandas nacionais de ska, "Everything Sucks" tem um refrão bem agitado e vocais cantados bem rápidos (ta bom que quase todas tem os vocais cantados bem rápido)
Depois de "Everything Sucks" temos a melhor (e mais curta) música do disco e da banda "SR" tem um riff de guitarra que nem vou comentar, simples e completamente "viciante". Todos os instrumentos tem um peso maior que na outras músicas, até mesmo os vocais..os riffs nos metais se repetem por toda a música e a mescla deles com os outros instrumentos parece até que é novidade, apesar de você ter ouvido metade do disco nesse mesmo esquema, "SR" é diferente e com toda certeza merece um grande destaque, o único problema dessa música é que tem apenas 1:27 min! Se você procurar pelas versões ao vivo dessa música, você vai ver que eles deixam ela com mais de 9 minutos algumas vezes e conseguem melhora-la de um jeito que o fará com toda certeza favoritar o vídeo e tentar baixar bootlegs e albúns ao vivo da banda...tudo por causa de uma música!! (eu mesmo só enquanto postava sobre essa música, a ouvi 4 vezes!!)
Depois de uma música marcante como "SR", você pensa que o disco já perdeu a graça e que já usaram todas as artimanhas que podiam usar e agora é só encher linguiça. No fucking way..agora teremos a pesadíssima "Skatanic" que tem um baixo com um timbre incrível e metais que deixam num ar um clima de suspense.
"All I want is more" quando você ouve, a primeira coisa que te vem na cabeça é um half pipe cheio de gente andando de skate e ouvindo essa música que com certeza é a mais "ska" do disco. Muito boa também, é claro.
"Nothin'" tem uma um riff bem sossegado que te engana quando uma música muita rápida começa do nada com vocais bem apressados e uma bateria com uma batida bem pesada, solos de guitarra que antecedem uma parte da música bem calma e que lembra até um pouco o reggae no começo.
"I'll Never Be" divide partes de bastante peso e outras bem mais melodiosas, como na parte dos vocais e metais. "Alternative, Baby" também tem uma introdução com muitos metais e quando chegam as vozes, novamente, só as guitarras com bateria e baixo. Essa é outra que vale destacar porque a mistura dos riffs de metais com os de guitarra se casam muito bem mesmo.
"Off" encerra o disco e é uma música MUITO estranha! Durante 2:30 min dos seus 4:00 min de duração, ela fica no completo silêncio e quando se começa a ouvir alguma coisa de fato, começa um violão que me parece bem distorcido com uma voz cantando a música, e tudo isso com uma qualidade daquelas gravações caseiras, apesar de ser muito diferente, a música também é boa, apesar de ter menos de 1 minuto, é legal sim e fecha o disco muito bem com a frase "Turn The Radio Off".
Bom, recomendo a todo mundo esse disco de ska e sempre que eu achar outras coisas boas da banda, postarei por aqui.
Abraços obesos!
Download do disco
P.S 1 : Nem todos os albúns disponibilizados para download contém a última faixa que citei
P.S 2: Eu falei que não ia comentar todas as faixas..mas acabei comentando todas hahahaha
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quinta-feira, 14 de outubro de 2010
sábado, 2 de outubro de 2010
[Entrevista] - Eric Clapton 1968 (PT-BR)
Demorei um pouco pra achar de novo essa entrevista do mestre Clapton que tava meio escondida, mas ta ae, achei.
Nessa entrevista que foi feita em torno de 1968, Clapton fala um pouco dos timbres dele, da pegada, do equipamento e toca um pouco a sua Gibson The Fool maravilhosa para o jornalista ficar babando.
Entrevista da época do Cream, que mostra o Slowhand ainda cabeludo e com bigode (tá mais parecendo o Neil Peart do Rush do que ele próprio) e mostra que mesmo quando tinha espinha na cara ainda, já era um dos maiores guitarristas de todos os tempos.
Ele ainda fala das frases que ele sempre usa nos improvisos e do seu famoso "Woman Tone" e ainda mostra como pode transitar tanto nos solos mais lentos e "suaves" como também nos mais agressivos e pesados, ao estilo The Who como ele mesmo compara.
Abraços Obesos!
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