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domingo, 12 de dezembro de 2010
[Vídeo]Red Hot Chili Peppers - Californication
Vou comentar hoje sobre minha banda favorita, o Red Hot Chili Peppers.A banda se formou em 1983, ganhando sucesso e reconhecimento merecido somente em 1988 com o lançamento do disco "Mother's Milk".A canção do vídeo é do álbum "Californication", de 1999, mas a apresentação é do DVD "Live At Slane Castle".
Acho a introdução dessa música uma das melhores já feitas em um show ao vivo.O entrosamento entre John Frusciante, Flea, Chad Smith e Anthony Kiedis é ímpar.
Uma linha de guitarra simples e acompanhada por um contrabaixo frenético, característico de Flea.
Abraços Obesos!
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quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Reel Big Fish - Turn The Radio Off (1996)
Finalmente vou postar uma banda de Ska aqui!
O Reel Big Fish é uma banda de Ska Punk formado no começo dos anos 90, na Califórnia, e começaram a fazer bastante sucesso após o lançamento do disco "Turn The Radio Off", em 1996.
E nesse post falarei exatamente desse disco que, como algumas banda de ska e surf music, tem uma mistura de trompete e guitarras que te deixa alucinado e muda totalmente o estilo da música, e pra melhor! (até aqueles pais mais chatos talvez gostem!!)
Como o disco tem muitas músicas, vou comentar só algumas porque se for falar de todas, termino o post depois do segundo turno.
De cara temos "Sell Out" abrindo o disco, riffs de guitarra e os metais se fundem de um jeito bem melodioso nessa música que foi um dos hits que colocou o RBF no mapa com esse disco preferido dos fãs de ska. Um refrão bem grudento e uma música bem pesada para o estilo, uma das melhores do disco e da banda.
Na sequência temos "Trendy", que abre com os vocais e uma riffzinho de fundo que com certeza vão martelar dentro de você pra sempre! hahahaha. Mais uma vez temos bastante destaque dos metais nas partes instrumentais e vários vocais altos e guitarras distorcidas nos versos e refrões, uma pena a música ser tão curta como todas as outras do albúm. Em média, todas tem entre 2 e 3 minutos =/
"Join The Club" é metade mais lenta e a outra metade ela vai acelerando. No começo dela temos uma guitarra dedilhada e um vocal feito naqueles microfones de gaita (me parece) e depois entram os trompetes com guitarras distorcidas e a música vai acelerando junto com os vocais, até que começa, novamente, a ficar mais lento com os metais e ela fecha no meio termo entre rápido e lento.
"She Has A Girlfriend Now" tem o mesmo esitlo das outras, mas agora com um vocal feminino entre os masculinos que com certeza se destaca dos outros é uma ótima música, novamente curta (3 minutos) e com solos dos metais com todo um swing do cacete. Tudo se casa perfeitamente nessa música.
"Snoop Dog, Baby" muita boa, com riff pesados no começo e no meio da música feito pelos metais e com arranjos mais lentos durante a canção. Muito boa a música.
"Beer" tem uma guitarra no começo que me lembra bastante algumas bandas de ska nacionais e não tem muito a presença dos metais, essa é mais baixo, guitarras, vocais e bateria..e com um fundo de trompetes que dão um toque. Nessa temos solos de guitarra (não é muito comum no albúm)
"241" é uma música quase que inteiramente de metais e parece que foi pra compensar a ausencia dos mesmos em "Beer" hahaha...mas a música é muito boa, muito bem tocada e arranjada, até os headbangers chatões vão pagar um pau pra essa. Essa é o contrário das outras, que são a música com os metais ao fundo..nesse são os metais com uma música de fundo (apesar que, se fosse só os metais, não faria falta o resto).
Seguindo "241" temos outra que o a introdução me lembra um pouco as bandas nacionais de ska, "Everything Sucks" tem um refrão bem agitado e vocais cantados bem rápidos (ta bom que quase todas tem os vocais cantados bem rápido)
Depois de "Everything Sucks" temos a melhor (e mais curta) música do disco e da banda "SR" tem um riff de guitarra que nem vou comentar, simples e completamente "viciante". Todos os instrumentos tem um peso maior que na outras músicas, até mesmo os vocais..os riffs nos metais se repetem por toda a música e a mescla deles com os outros instrumentos parece até que é novidade, apesar de você ter ouvido metade do disco nesse mesmo esquema, "SR" é diferente e com toda certeza merece um grande destaque, o único problema dessa música é que tem apenas 1:27 min! Se você procurar pelas versões ao vivo dessa música, você vai ver que eles deixam ela com mais de 9 minutos algumas vezes e conseguem melhora-la de um jeito que o fará com toda certeza favoritar o vídeo e tentar baixar bootlegs e albúns ao vivo da banda...tudo por causa de uma música!! (eu mesmo só enquanto postava sobre essa música, a ouvi 4 vezes!!)
Depois de uma música marcante como "SR", você pensa que o disco já perdeu a graça e que já usaram todas as artimanhas que podiam usar e agora é só encher linguiça. No fucking way..agora teremos a pesadíssima "Skatanic" que tem um baixo com um timbre incrível e metais que deixam num ar um clima de suspense.
"All I want is more" quando você ouve, a primeira coisa que te vem na cabeça é um half pipe cheio de gente andando de skate e ouvindo essa música que com certeza é a mais "ska" do disco. Muito boa também, é claro.
"Nothin'" tem uma um riff bem sossegado que te engana quando uma música muita rápida começa do nada com vocais bem apressados e uma bateria com uma batida bem pesada, solos de guitarra que antecedem uma parte da música bem calma e que lembra até um pouco o reggae no começo.
"I'll Never Be" divide partes de bastante peso e outras bem mais melodiosas, como na parte dos vocais e metais. "Alternative, Baby" também tem uma introdução com muitos metais e quando chegam as vozes, novamente, só as guitarras com bateria e baixo. Essa é outra que vale destacar porque a mistura dos riffs de metais com os de guitarra se casam muito bem mesmo.
"Off" encerra o disco e é uma música MUITO estranha! Durante 2:30 min dos seus 4:00 min de duração, ela fica no completo silêncio e quando se começa a ouvir alguma coisa de fato, começa um violão que me parece bem distorcido com uma voz cantando a música, e tudo isso com uma qualidade daquelas gravações caseiras, apesar de ser muito diferente, a música também é boa, apesar de ter menos de 1 minuto, é legal sim e fecha o disco muito bem com a frase "Turn The Radio Off".
Bom, recomendo a todo mundo esse disco de ska e sempre que eu achar outras coisas boas da banda, postarei por aqui.
Abraços obesos!
Download do disco
P.S 1 : Nem todos os albúns disponibilizados para download contém a última faixa que citei
P.S 2: Eu falei que não ia comentar todas as faixas..mas acabei comentando todas hahahaha
O Reel Big Fish é uma banda de Ska Punk formado no começo dos anos 90, na Califórnia, e começaram a fazer bastante sucesso após o lançamento do disco "Turn The Radio Off", em 1996.
E nesse post falarei exatamente desse disco que, como algumas banda de ska e surf music, tem uma mistura de trompete e guitarras que te deixa alucinado e muda totalmente o estilo da música, e pra melhor! (até aqueles pais mais chatos talvez gostem!!)
Como o disco tem muitas músicas, vou comentar só algumas porque se for falar de todas, termino o post depois do segundo turno.
De cara temos "Sell Out" abrindo o disco, riffs de guitarra e os metais se fundem de um jeito bem melodioso nessa música que foi um dos hits que colocou o RBF no mapa com esse disco preferido dos fãs de ska. Um refrão bem grudento e uma música bem pesada para o estilo, uma das melhores do disco e da banda.
Na sequência temos "Trendy", que abre com os vocais e uma riffzinho de fundo que com certeza vão martelar dentro de você pra sempre! hahahaha. Mais uma vez temos bastante destaque dos metais nas partes instrumentais e vários vocais altos e guitarras distorcidas nos versos e refrões, uma pena a música ser tão curta como todas as outras do albúm. Em média, todas tem entre 2 e 3 minutos =/
"Join The Club" é metade mais lenta e a outra metade ela vai acelerando. No começo dela temos uma guitarra dedilhada e um vocal feito naqueles microfones de gaita (me parece) e depois entram os trompetes com guitarras distorcidas e a música vai acelerando junto com os vocais, até que começa, novamente, a ficar mais lento com os metais e ela fecha no meio termo entre rápido e lento.
"She Has A Girlfriend Now" tem o mesmo esitlo das outras, mas agora com um vocal feminino entre os masculinos que com certeza se destaca dos outros é uma ótima música, novamente curta (3 minutos) e com solos dos metais com todo um swing do cacete. Tudo se casa perfeitamente nessa música.
"Snoop Dog, Baby" muita boa, com riff pesados no começo e no meio da música feito pelos metais e com arranjos mais lentos durante a canção. Muito boa a música.
"Beer" tem uma guitarra no começo que me lembra bastante algumas bandas de ska nacionais e não tem muito a presença dos metais, essa é mais baixo, guitarras, vocais e bateria..e com um fundo de trompetes que dão um toque. Nessa temos solos de guitarra (não é muito comum no albúm)
"241" é uma música quase que inteiramente de metais e parece que foi pra compensar a ausencia dos mesmos em "Beer" hahaha...mas a música é muito boa, muito bem tocada e arranjada, até os headbangers chatões vão pagar um pau pra essa. Essa é o contrário das outras, que são a música com os metais ao fundo..nesse são os metais com uma música de fundo (apesar que, se fosse só os metais, não faria falta o resto).
Seguindo "241" temos outra que o a introdução me lembra um pouco as bandas nacionais de ska, "Everything Sucks" tem um refrão bem agitado e vocais cantados bem rápidos (ta bom que quase todas tem os vocais cantados bem rápido)
Depois de "Everything Sucks" temos a melhor (e mais curta) música do disco e da banda "SR" tem um riff de guitarra que nem vou comentar, simples e completamente "viciante". Todos os instrumentos tem um peso maior que na outras músicas, até mesmo os vocais..os riffs nos metais se repetem por toda a música e a mescla deles com os outros instrumentos parece até que é novidade, apesar de você ter ouvido metade do disco nesse mesmo esquema, "SR" é diferente e com toda certeza merece um grande destaque, o único problema dessa música é que tem apenas 1:27 min! Se você procurar pelas versões ao vivo dessa música, você vai ver que eles deixam ela com mais de 9 minutos algumas vezes e conseguem melhora-la de um jeito que o fará com toda certeza favoritar o vídeo e tentar baixar bootlegs e albúns ao vivo da banda...tudo por causa de uma música!! (eu mesmo só enquanto postava sobre essa música, a ouvi 4 vezes!!)
Depois de uma música marcante como "SR", você pensa que o disco já perdeu a graça e que já usaram todas as artimanhas que podiam usar e agora é só encher linguiça. No fucking way..agora teremos a pesadíssima "Skatanic" que tem um baixo com um timbre incrível e metais que deixam num ar um clima de suspense.
"All I want is more" quando você ouve, a primeira coisa que te vem na cabeça é um half pipe cheio de gente andando de skate e ouvindo essa música que com certeza é a mais "ska" do disco. Muito boa também, é claro.
"Nothin'" tem uma um riff bem sossegado que te engana quando uma música muita rápida começa do nada com vocais bem apressados e uma bateria com uma batida bem pesada, solos de guitarra que antecedem uma parte da música bem calma e que lembra até um pouco o reggae no começo.
"I'll Never Be" divide partes de bastante peso e outras bem mais melodiosas, como na parte dos vocais e metais. "Alternative, Baby" também tem uma introdução com muitos metais e quando chegam as vozes, novamente, só as guitarras com bateria e baixo. Essa é outra que vale destacar porque a mistura dos riffs de metais com os de guitarra se casam muito bem mesmo.
"Off" encerra o disco e é uma música MUITO estranha! Durante 2:30 min dos seus 4:00 min de duração, ela fica no completo silêncio e quando se começa a ouvir alguma coisa de fato, começa um violão que me parece bem distorcido com uma voz cantando a música, e tudo isso com uma qualidade daquelas gravações caseiras, apesar de ser muito diferente, a música também é boa, apesar de ter menos de 1 minuto, é legal sim e fecha o disco muito bem com a frase "Turn The Radio Off".
Bom, recomendo a todo mundo esse disco de ska e sempre que eu achar outras coisas boas da banda, postarei por aqui.
Abraços obesos!
Download do disco
P.S 1 : Nem todos os albúns disponibilizados para download contém a última faixa que citei
P.S 2: Eu falei que não ia comentar todas as faixas..mas acabei comentando todas hahahaha
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Rush - Hold Your Fire (1987)
O Bruno postou ontem um vídeo no vlog dele falando do "Moving Pictures" e agora eu vou falar de outro disco dessa banda que é uma das mais influentes de toda a música, a "santíssima trindade do rock", RUSH!
Não vou escrever uma biografia muito detalhada deles, só falar que é uma banda canadense formada em 1968 pelo baixista Geddy Lee, o guitarrista Alex Lifeson e o baterista John Rutsey. Depois do primeiro disco deles, "Rush", John saiu da banda devido a motivos de saúde e no lugar dele entrou o mundialmente conhecido, o "The Professor", Neil Peart, e desde então a banda vem lançando pérola atrás de pérola, todas merecedoras de um espaço nesse blog..mas temos muitos outros discos pra postar aqui xD.
Nesse post vou falar sobre um disco deles lançado em 1987, quando a banda estava no auge de sua fase "eletrônica" e abusavam dos teclados e sintetizadores (coisa que não agradava nadinha ao guitarrista Alex Lifeson). Essa fase é considerada por muitas pessoas a melhor de suas carreiras, mas outra grande parte dos fãs acham essa fase absurdamente insuportável e preferem a fase mais pesada e "crua" da banda. Eu, pessoalmente, acho que tudo o que eles fazem é incrivelmente foda e merecem destaque igualmente.
Na primeira faixa, "Force Ten", você começa ouvindo sons de britadeiras e de trabalhadores em uma obra, logo a música começa com a voz aguda de Geddy e um baixo continuo (que permanece por todos os versos) e no refrão há uma parada onde escuta somente sintetizadores ao fundo, a voz de Lee em primeiro plano e Neil marcando o tempo.A música, como em todo o albúm, tem um ar 100% anos 80 por causa dos sintetizadores e da guitarra com efeitos, uma ótima música do albúm.
O albúm tem continuação com uma das mais bonitas músicas do albúm e um dos maiores sucessos do Rush, "Time Stand Still', que abre com um riff muito marcante e ao mesmo tempo bem tranquilizante de Alex na guitarra. Nessa faixa temos o uso de sintetizadores reduzido e a guitarra é que prevalece durante ela. O refrão é maravilhoso, Geddy divide os vocais com uma voz feminina (que ainda não descobri quem é) e que dá um toque lindo e bem original na música, a letra também não deixa nada a desejar nesse clássico do disco.
"Open Secrets" tem uma introdução instrumental muito bem feita, com o baixo de Geddy em evidência com suas linhas impossíveis de serem copiadas, nessa música, que não é uma das mais conhecidas mas não deixa de ser ótima, os sintetizadores voltam ao fundo para irritar Alex um pouco mais hahahaha.
O disco segue com a calma "Second Nature" e logo depois temos "Prime Mover" que conseguiu nivelar sintetizadores, guitarra, baixo, bateria e o peso de modo incrível, uma melodia maravilhosa e fascinante e é difícil acreditar que só 3 caras fizeram isso.
"Lock and Key" tem uma abertura bem interessante de sintetizadores, acredito eu, e tem novamente um equilíbrio bem legal, mas vou pular pra uma das melhores do disco, "Mission" começa com um orgão tocando e entra a voz de Geddy Lee cantando bem suavemente até que a banda inteira entra junta e aí é só aproveitar a junção dos mestres, a bateria nessa música tem um peso muito legal e casa com o baixo muito bem, a guitarra nessa música faz algumas frases na maior parte, mas nas horas que Alex entra com a base, ela tem um peso bem forte junto com o sintetizador e o que se sobressai mesmo é o baixo de um modo bem sutil. O solo que fecha a música, apesar de curto, é muito marcante e é bonito pra cacete..uma pena que não fosse mais longo.
Agora vem a minha preferida do disco, ainda mais para um baixista. "Turn The Page" começa com o baixista/vocalista fazendo acordes no instrumento e a música entra com sintetizadores, guitarra e bateria tudo junto e, quando a voz entra, a única coisa que você consegue perceber é na linha impecável que Lee criou no baixo para essa música, o refrão da música martela na sua cabeça de modo incessante e no final a música começa a dar uma acelerada e acaba subitamente, fazendo você coloca-la para ouvir mais umas 3 vezes.
'Tai Shan" começa com um ar todo chinês e a música se revela mais tranquila e acho que é a mais "parada" do albúm, com muuuitos sintetizadores (deve ser a que eles mais usaram também), a guitarra só aparece para fazer as bases, assim como baixo e só a bateria toca durante a música inteira. Se você ouvir essa música deitado, você certamente dormirá! hahaha.
O disco fecha com "High Water" que tem uma introdução mais demorada, mas nada muito "progressivo", segue o mesmo estilo de "Tai Shan" só que sem aquele toque oriental, a guitarra base tem bem mais espaço nessa música e vem com um peso bem interessante e fecha esse que, para muitos, é um dos grandes discos do Rush.
Download Do Disco
Abraços Obesos.
Não vou escrever uma biografia muito detalhada deles, só falar que é uma banda canadense formada em 1968 pelo baixista Geddy Lee, o guitarrista Alex Lifeson e o baterista John Rutsey. Depois do primeiro disco deles, "Rush", John saiu da banda devido a motivos de saúde e no lugar dele entrou o mundialmente conhecido, o "The Professor", Neil Peart, e desde então a banda vem lançando pérola atrás de pérola, todas merecedoras de um espaço nesse blog..mas temos muitos outros discos pra postar aqui xD.
Nesse post vou falar sobre um disco deles lançado em 1987, quando a banda estava no auge de sua fase "eletrônica" e abusavam dos teclados e sintetizadores (coisa que não agradava nadinha ao guitarrista Alex Lifeson). Essa fase é considerada por muitas pessoas a melhor de suas carreiras, mas outra grande parte dos fãs acham essa fase absurdamente insuportável e preferem a fase mais pesada e "crua" da banda. Eu, pessoalmente, acho que tudo o que eles fazem é incrivelmente foda e merecem destaque igualmente.
Na primeira faixa, "Force Ten", você começa ouvindo sons de britadeiras e de trabalhadores em uma obra, logo a música começa com a voz aguda de Geddy e um baixo continuo (que permanece por todos os versos) e no refrão há uma parada onde escuta somente sintetizadores ao fundo, a voz de Lee em primeiro plano e Neil marcando o tempo.A música, como em todo o albúm, tem um ar 100% anos 80 por causa dos sintetizadores e da guitarra com efeitos, uma ótima música do albúm.
O albúm tem continuação com uma das mais bonitas músicas do albúm e um dos maiores sucessos do Rush, "Time Stand Still', que abre com um riff muito marcante e ao mesmo tempo bem tranquilizante de Alex na guitarra. Nessa faixa temos o uso de sintetizadores reduzido e a guitarra é que prevalece durante ela. O refrão é maravilhoso, Geddy divide os vocais com uma voz feminina (que ainda não descobri quem é) e que dá um toque lindo e bem original na música, a letra também não deixa nada a desejar nesse clássico do disco.
"Open Secrets" tem uma introdução instrumental muito bem feita, com o baixo de Geddy em evidência com suas linhas impossíveis de serem copiadas, nessa música, que não é uma das mais conhecidas mas não deixa de ser ótima, os sintetizadores voltam ao fundo para irritar Alex um pouco mais hahahaha.
O disco segue com a calma "Second Nature" e logo depois temos "Prime Mover" que conseguiu nivelar sintetizadores, guitarra, baixo, bateria e o peso de modo incrível, uma melodia maravilhosa e fascinante e é difícil acreditar que só 3 caras fizeram isso.
"Lock and Key" tem uma abertura bem interessante de sintetizadores, acredito eu, e tem novamente um equilíbrio bem legal, mas vou pular pra uma das melhores do disco, "Mission" começa com um orgão tocando e entra a voz de Geddy Lee cantando bem suavemente até que a banda inteira entra junta e aí é só aproveitar a junção dos mestres, a bateria nessa música tem um peso muito legal e casa com o baixo muito bem, a guitarra nessa música faz algumas frases na maior parte, mas nas horas que Alex entra com a base, ela tem um peso bem forte junto com o sintetizador e o que se sobressai mesmo é o baixo de um modo bem sutil. O solo que fecha a música, apesar de curto, é muito marcante e é bonito pra cacete..uma pena que não fosse mais longo.
Agora vem a minha preferida do disco, ainda mais para um baixista. "Turn The Page" começa com o baixista/vocalista fazendo acordes no instrumento e a música entra com sintetizadores, guitarra e bateria tudo junto e, quando a voz entra, a única coisa que você consegue perceber é na linha impecável que Lee criou no baixo para essa música, o refrão da música martela na sua cabeça de modo incessante e no final a música começa a dar uma acelerada e acaba subitamente, fazendo você coloca-la para ouvir mais umas 3 vezes.
'Tai Shan" começa com um ar todo chinês e a música se revela mais tranquila e acho que é a mais "parada" do albúm, com muuuitos sintetizadores (deve ser a que eles mais usaram também), a guitarra só aparece para fazer as bases, assim como baixo e só a bateria toca durante a música inteira. Se você ouvir essa música deitado, você certamente dormirá! hahaha.
O disco fecha com "High Water" que tem uma introdução mais demorada, mas nada muito "progressivo", segue o mesmo estilo de "Tai Shan" só que sem aquele toque oriental, a guitarra base tem bem mais espaço nessa música e vem com um peso bem interessante e fecha esse que, para muitos, é um dos grandes discos do Rush.
Download Do Disco
Abraços Obesos.
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