Dropkick Murphys é uma banda estadunidense de Celtic Punk/Hardcore Punk formada em Massachusetts. O som da banda é muito influenciado pelo hardcore e, principalmente, pela música irlandesa. Apesar de haver bastante controvérsia sobre o nome da banda e sua origem, a explicação mais convincente é de que o nome veio de uma clínica de reabilitação, a "Dropkick Murphys".
O disco que mostrarei aqui hoje é o The Warriors Code, de 2005, que foi um dos discos mais vendidos da banda e que alcançou consideráveis posições nos ranking's através do mundo, ainda mais para uma banda de celtic punk.
A gaita de foles e o piano dão início a "Your Spirits Alive" de um jeito bem calmo e te lembra bastante alguma música dos anos 80..aquelas bem broxantes hahaha. E essa imagem permaneceria em sua mente se não fossem os próximos segundos, quando a gaita e o piano dão espaço para o peso do punk e a voz berrada dos vocalistas (muitas das músicas do Dropkick Murphys tem seus vocais divididos entre os integrantes). Com essa canção você, brasileiro, percebe que vai começar a ouvir uma coisa bem diferente do que está acostumado, a incrível e inusitada mistura de punk com a música irlandesa (mistura inusitada para nós, brasileiros) parecem se dar tão bem que você fica louco pra achar algum amigo que toque gaita de foles pra te acompanhar em alguma nova banda.
Com a música "The Warriors Code" você consegue confirmar que a mescla de estilos da primeira faixa não era só uma coisa passageira, como uma experiência do grupo pra ver se ficava legal (apesar da banda tocar esse estilo há anos). Aqui temos outra que mistura vários vocais, com o punk e a fabulosa gaita de foles, bem aguda, fazendo toda a diferença do mundo na sonoridade da banda.
"Captain Kelly's Kitchen" é uma música que me lembra um pouco o som do Matanza...letras falando de piratas, embarcações, bebida e etc. Tirando o seu final bem clichê do blues, a música segue o mesmo estilo das outras mas só que dessa vez com mais influência "das docas", você com certeza se lembrará de Piratas do Caribe ouvindo-a hahahaha.
Um riff de guitarra abre "The Walking Dead" e nessa canção temos a ausência dos instrumentos celticos e da música irlandesa, mas claro que não totalmente. Mesmo só com o básico (guitarra, baixo, bateria) ainda conseguimos perceber um som bem diferente do punk e hardcore cru.
E como se fosse uma continuação de sua antecedente, "Sunshine Highway" se parece muito com a que acabei de comentar, mas nessa temos a volta da gaita de foles no fundo dando uma atmosfera bem diferente e um ritmo um pouco diferente de sua anterior.
Em "Wicked Sensitive Crew" a bateria e a gaita entram de um modo que me lembrou bastante aqueles festivais americanos que acontecem mais no interior (to falando besteira demais) mas ela segue a levada de suas antecedentes, mas senti que nessa a gaita de foles prevalece um pouco sobre os outros instrumentos.
"The Burden" é um punk clássico, apesar de não ter todo o peso do punk, mas tem um refrão muito grudento e um ritmo bem simpático que combinam bem com as vozes dos vocalistas. Essa é mais uma que não ouvimos a influência irlandesa dos integrantes do grupo.
Tendo a mesma sonoridade da anterior, "Citizen CIA" se difere da que falei agora na questão do peso. Uma música com um peso bem marcante das guitarras distorcidas e rápidas, tão rápidas quanto a duração da música que te faz colocar pra ouvir de novo, porque é muito boa.
"The Green Fields of France" não tem absolutamente nada de punk e praticamente tudo de céltico e irlandês, uma música que se destaca bastante das outras do disco devido a ausência do hardcore, apesar de ser muito mais parada do que as anteriores..é uma música muito agradável e igualmente boa a suas companheiras de albúm. Cheia daquelas flautas célticas das quais os nomes não saberei dizer agora e uma gaita beem lá no fundo.
Pra voltar ao som mais original da banda, temos "Take It And Run", outra das poucas músicas do albúm que se trata apenas do simples, rápido e conhecido punk rock
Agora teremos a música mais conhecida e, particularmente a minha preferida, do Dropkick Murphys "I'm Shipping Up To Boston" é uma música de Woody Guthrie, que também compôs a letra, e o Dropkick Murphys fez sua versão da canção. Apesar de ser um cover, a música apresenta uma sonoridade simplesmente incrível, o mais puro hardcore com o melhor da música irlandesa. Abrindo com o som de violencelos, baixos, banjos e cordas no geral..a música continua só o instrumental por um tempo com uma verdadeira salada dos mais variados instrumentos, instrumentos que já apareciam em outras horas durante o albúm, só que dessa vez com muito mais destaque. E quando as vozes entram podemos ver o mesmo peso das outras faixas do albúm , só que dessa vez tudo se casa com a maior perfeição..não há uma pessoa que eu conheça que ouviu essa música e não a tenha gostado ou colocado pra ouvir mais umas 3 vezes após. E quando terminarem de ouvir esse albúm, procurem a versão de "Im Shipping Up To Boston" ao vivo no youtube, simplesmente incrível..postarei aqui depois.
Seguindo com o albúm, "The Auld Trianglehahaha. E ela tem um refrão bem pegajoso também com várias das flautas célticas que já citei anteriormente.
Um acorde bem distorcido e misturado com a gaita de foles abrem "The Last Letter Home" de uma forma muito boa, o "riff" feito na gaita começa muito bem a faixa, aliás, a gaita nessa música tem um destaque bem bacana que vale a pena destacar junto com as vozes.
"Tessie" é a última faixa do albúm e começa com a voz de uma narrador de futebol americano que dá espaço para um piano típico daqueles salloons e a voz de Al Barr, e logo depois entra a banda com guitarras, baixos, gaitas de foles, banjos e tudo mais. Nessa música que fecha o disco acho que eles queriam dar uma misturada final nos estilos que tocam durante todo a gravação, e fazem isso com sucesso.
Dropkick Murphys é uma banda que aqui no nosso país não é tão conhecida infelizmente, mas mesmo assim tem uma qualidade sonora única, até mesmo entre as bandas do gênero e que merece ser ouvida pelo menos uma vez. Eu recomendo a todos que ouçam todos os discos, pois todos são ótimos
.
Curiosidade: A versão da banda de "I'm Shipping Up To Boston" foi usada diversas vezes em muito eventos, filmes e seriados. Faz parte da trilha sonora do filme 'Os Infiltrados' e já tocou também em um episódio dos Simpsons (que tem um tem parecido com o do filme citado)
Download do disco
Abraços obesos!
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terça-feira, 2 de novembro de 2010
Dropkick Murphys - The Warriors Code (2005)
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segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Easy Rider - Soundtrack (1969)
Os anos 60 mudaram o jeito do mundo ver as coisas, não importa se você é conservador ou radical, a opinião de todos os que viveram nessa época maluca mudou drasticamente em relação a sexo, drogas, guerras, preconceito e claro, a música. Uma enorme fatia da "culpa" dessa mudança toda, se deu claramente ao surgimento da contracultura, movimento criado pelos jovens do pós-guerra que estavam cansados do conservadorismo padrão imposto pelos americanos e queriam dar um fim em todo o preconceito racial e social com os quais estavam costumados e protestavam frequentemente contra as guerras, principalmente a do Vietnam.
E o filme Easy Rider, dirigido e co-estrelado por Denis Hoper, mostra exatamente o que foi a contracultura ao contar a história de dois amigos que saem pelos Estados Unidos em cima de suas motos para chegarem ao Mardi Gras, espécie da carnaval estadunidense que ocorre todo ano em Nova Orleans. Durante as viagens e tomadas gravadas na estrada em cima das motos, podemos ouvir um verdadeiro festival de pérolas da contracultura americana sendo executadas, de Steppenwolf até Jimi Hendrix passando por The Byrds e The Weight.
No filme ainda temos a presença de Peter Fonda, que estrela o filme ao lado de Dennis Hoper, e do mestre Jack Nicholson que faz o papel de um simpático e ingênuo advogado que os acompanha na viagem durante parte do filme em uma atuação que quase lhe rendeu prêmios de ator revelação do ano de 1969.
Na trilha sonora começamos com a lenta "The Pusher", do Steppenwolf, música que abre bem o disco e o filme já que fala dos traficantes e dos muitos usuários de drogas psicodélicas da época. Com um riff bem marcante e um ritmo muito tranquilo com a voz rouca de John Kay, a música tem um peso perfeito e com uma letra bem polêmica pra época : "You know I've smoked a lot of grass/O' Lord, I've popped a lot of pills".
Na sequencia temos outra do Steppenwolf, essa é praticamente impossível alguém nunca ter ouvido, "Born To Be Wild" é praticamente um hino desde a época em que o Steppenwolf a lançou, nem vou comentar sobre esse clássico porque todos já ouviram pelo menos uma dúzia de vezes na vida! E não, você nunca enjoará dela hahahaha.
Mais uma com a cara dos anos 60 aparece, o The Weight toca a cool "Smith", cheia de backing vocals com um piano de fundo bem agradável..pra falar a verdade toda a música é muito agradável, daquelas que você pode fechar os olhos e se imaginar numa estrada ensolarada dirigindo sem rumo.
Uma das faixas mais marcantes do disco vem com o The Byrds e sua canção "Wasnt born to follow", música que abre com um riff bem amigável e mais uma vez nós vemos uma música muito agradável de se ouvir, com vocais divididos em mais uma canção que se pode imaginar viajando por uma longa estrada.
A completamente sem noção"If you want to be a bird", do "The Holy Modal Rounders", apesar de ser uma música muito lunática devido a sua letra sem nexo, é ótima e engraçada, principalmente na cena do filme..com Jack Nicholson imitando um passarinho em cima da Harley-Davidson no meio da estrada.
A cheia de slides "Don't Bogart Me" do Fraternity Of Man, vem novamnte com uma letra falando de drogas, mas especificamente da marijuana, outra música que contém um tema que é um tabu e consegue ser engraçada e ao mesmo tempo não ser "vulgar".
Outra música muito conhecida que é tocada no filme e está presente na trilha sonora que postarei, é "If six was nine", do The Jimi Hendrix Experience. Outra letra bem psicodélica, coisa que era mais do que comum na época. Os graves de Noel Redding lembram muito os walking bass do jazz nessa música, casando com a bateria acelerada de Mitch Mitchell e a guitarra mais do que dispensável de comentários de Jimi Hendrix, no final da música ainda temos uma espécie de improviso psicodélico muito elétrico e lisérgico.
Uma das mais psicodélicas do disco ficou a cargo do The Eletric Prunes, com a música tradicional "Kyle Eleison/Mardi Gras", os vocais nessa música lembram muito um coro religioso somente com vozes e mais nada, só que ae chega a psicodelia após cada estrofe da música, e eles não deixam a desejar nesse aspecto, vem a toda força com guitarras distorcidas e muitos pratos para fazer um efeito mais "misterioso" na canção, e conseguem fazer isso com sucesso..apesar da música não ser nem um pouco enjoativa ou coisa do gênero.
Agora vem uma música que, para mim, é a melhor do filme. Roger Mcguinn canta a sua versão de "It's alright ma(I'm only bleeding)", de Bob Dylan. Apesar de ser um grande fã do mestre Bob Dylan, tenho que assumir que a versão de Roger Mcguinn é centenas de vezes melhor do que a de Dylan, o peso que ele conseguiu colocar na música somente usando sua voz, um violão e uma gaita é coisa que te faz pensar a respeito quando compara com a de Bob. Sem dúvida vale a pena dar destaque a essa canção que você vai ouvir de novo quando acabar.
E para fechar esse albúm-chave da contracultura, mais uma vez teremos Roger McGuinn tocando uma letra de Bob Dylan, e dessa vez o compositor fez a letra especialmente para o filme. "The Ballad Of Easy Rider" aparece nos créditos finais do filme e segue o mesmo estilo de sua antecedente; violão, gaita e a voz incrivelmente semelhante de Roger a de Bob Dylan. Uma música que termina perfeitamente um albúm que fez parte de um dos filmes mais importantes dessa época cheia de freaks nos quais todos já quiseram ser um dia.
Download do disco
Abraços obesos!
E o filme Easy Rider, dirigido e co-estrelado por Denis Hoper, mostra exatamente o que foi a contracultura ao contar a história de dois amigos que saem pelos Estados Unidos em cima de suas motos para chegarem ao Mardi Gras, espécie da carnaval estadunidense que ocorre todo ano em Nova Orleans. Durante as viagens e tomadas gravadas na estrada em cima das motos, podemos ouvir um verdadeiro festival de pérolas da contracultura americana sendo executadas, de Steppenwolf até Jimi Hendrix passando por The Byrds e The Weight.
No filme ainda temos a presença de Peter Fonda, que estrela o filme ao lado de Dennis Hoper, e do mestre Jack Nicholson que faz o papel de um simpático e ingênuo advogado que os acompanha na viagem durante parte do filme em uma atuação que quase lhe rendeu prêmios de ator revelação do ano de 1969.
Na trilha sonora começamos com a lenta "The Pusher", do Steppenwolf, música que abre bem o disco e o filme já que fala dos traficantes e dos muitos usuários de drogas psicodélicas da época. Com um riff bem marcante e um ritmo muito tranquilo com a voz rouca de John Kay, a música tem um peso perfeito e com uma letra bem polêmica pra época : "You know I've smoked a lot of grass/O' Lord, I've popped a lot of pills".
Na sequencia temos outra do Steppenwolf, essa é praticamente impossível alguém nunca ter ouvido, "Born To Be Wild" é praticamente um hino desde a época em que o Steppenwolf a lançou, nem vou comentar sobre esse clássico porque todos já ouviram pelo menos uma dúzia de vezes na vida! E não, você nunca enjoará dela hahahaha.
Mais uma com a cara dos anos 60 aparece, o The Weight toca a cool "Smith", cheia de backing vocals com um piano de fundo bem agradável..pra falar a verdade toda a música é muito agradável, daquelas que você pode fechar os olhos e se imaginar numa estrada ensolarada dirigindo sem rumo.
Uma das faixas mais marcantes do disco vem com o The Byrds e sua canção "Wasnt born to follow", música que abre com um riff bem amigável e mais uma vez nós vemos uma música muito agradável de se ouvir, com vocais divididos em mais uma canção que se pode imaginar viajando por uma longa estrada.
A completamente sem noção"If you want to be a bird", do "The Holy Modal Rounders", apesar de ser uma música muito lunática devido a sua letra sem nexo, é ótima e engraçada, principalmente na cena do filme..com Jack Nicholson imitando um passarinho em cima da Harley-Davidson no meio da estrada.
A cheia de slides "Don't Bogart Me" do Fraternity Of Man, vem novamnte com uma letra falando de drogas, mas especificamente da marijuana, outra música que contém um tema que é um tabu e consegue ser engraçada e ao mesmo tempo não ser "vulgar".
Outra música muito conhecida que é tocada no filme e está presente na trilha sonora que postarei, é "If six was nine", do The Jimi Hendrix Experience. Outra letra bem psicodélica, coisa que era mais do que comum na época. Os graves de Noel Redding lembram muito os walking bass do jazz nessa música, casando com a bateria acelerada de Mitch Mitchell e a guitarra mais do que dispensável de comentários de Jimi Hendrix, no final da música ainda temos uma espécie de improviso psicodélico muito elétrico e lisérgico.
Uma das mais psicodélicas do disco ficou a cargo do The Eletric Prunes, com a música tradicional "Kyle Eleison/Mardi Gras", os vocais nessa música lembram muito um coro religioso somente com vozes e mais nada, só que ae chega a psicodelia após cada estrofe da música, e eles não deixam a desejar nesse aspecto, vem a toda força com guitarras distorcidas e muitos pratos para fazer um efeito mais "misterioso" na canção, e conseguem fazer isso com sucesso..apesar da música não ser nem um pouco enjoativa ou coisa do gênero.
Agora vem uma música que, para mim, é a melhor do filme. Roger Mcguinn canta a sua versão de "It's alright ma(I'm only bleeding)", de Bob Dylan. Apesar de ser um grande fã do mestre Bob Dylan, tenho que assumir que a versão de Roger Mcguinn é centenas de vezes melhor do que a de Dylan, o peso que ele conseguiu colocar na música somente usando sua voz, um violão e uma gaita é coisa que te faz pensar a respeito quando compara com a de Bob. Sem dúvida vale a pena dar destaque a essa canção que você vai ouvir de novo quando acabar.
E para fechar esse albúm-chave da contracultura, mais uma vez teremos Roger McGuinn tocando uma letra de Bob Dylan, e dessa vez o compositor fez a letra especialmente para o filme. "The Ballad Of Easy Rider" aparece nos créditos finais do filme e segue o mesmo estilo de sua antecedente; violão, gaita e a voz incrivelmente semelhante de Roger a de Bob Dylan. Uma música que termina perfeitamente um albúm que fez parte de um dos filmes mais importantes dessa época cheia de freaks nos quais todos já quiseram ser um dia.
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Abraços obesos!
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sábado, 2 de outubro de 2010
The Who - Tommy (1969)
Para abrir as postagens dos discos internacionais, vou começar com um que já é clichê e, no mínimo, obrigatório pra qualquer um que se considere um ouvinte da boa música , a ópera-rock Tommy dos ingleses do The Who.
Banda de rock britânica surgida em 1964. A formação original era composta por Pete Townshend (guitarra), Roger Daltrey (vocais), John Entwistle (baixo) e Keith Moon (bateria). O grupo alcançou fama internacional, se tornou conhecido pelo dinamismo de suas apresentações e passou a ser considerado uma das maiores bandas de rock and roll de todos os tempos. Eles também são julgados pioneiros do estilo, popularizando entre outras coisas a ópera rock , sob a liderança de Pete Townshend.
Quando foi lançado em 1969, Tommy levou o Who ao sucesso mundial do dia para a noite, o disco conta a história de um garoto cego, surdo e mudo por culpa de uma espécie de trauma e que encontra um meio de ter contato com o seu mundo através de espelhos e do pinball. O disco, além de ter uma história maravilhosa criada pelo gênio Townshend, possui música da melhor qualidade possível que faz você querer ouvir esse clássico trocentas vezes e nunca enjoar, principalmente se você estiver com o LP em mãos!!
O albúm começa com a instrumental "Overture" de 5:00 min. que explica o desaparecimento do Captain Walker, pai de Tommy, durante a Primeira Guerra e que já deixa você meio que extasiado com os acordes, arranjos, pesos, instrumentos e etc. Sem dúvida uma das mais chamativas do albúm que segue com "It's a Boy" e "1921" que falam do nascimento de Tommy no dia em que a guerra termina e a outra fala da esperança da mãe, agora com um novo amante, para com um ano melhor para todos da família. Logo em seguida vem outra instrumental que segue o mesmo estilo da primeira, "Sparks" e uma de Sonny Boy Williamson, "Eyesight To The Blind", claro que todas estão dentro do contexto do albúm.
Há outros personagens, Kevin, primo de Tommy que adora tratar o primo feito lixo quando os pais deles não estão por perto, e o seu tio Ernie que é pedófilo (não precisa falar mais né?)
Tommy ganhou uma versão para os cinemas em 1975, dirigida por Ken Russel, que conta no elenco artistas como Jack Nicholson, Eric Clapton, Elton John, Tina Turner, Ann-Margret, Oliver Reed, entre outros.
O filme rendeu alguns prêmios e na época fez MUITO sucesso..e vale muito a pena assistir quem curte The Who e coisas do tipo. Mas um outro dia eu posto aqui os links para o filme, se eu achar..mas por enquanto fiquem com o disco que na minha opinião é o melhor já feito na história.
Download do Disco
Banda de rock britânica surgida em 1964. A formação original era composta por Pete Townshend (guitarra), Roger Daltrey (vocais), John Entwistle (baixo) e Keith Moon (bateria). O grupo alcançou fama internacional, se tornou conhecido pelo dinamismo de suas apresentações e passou a ser considerado uma das maiores bandas de rock and roll de todos os tempos. Eles também são julgados pioneiros do estilo, popularizando entre outras coisas a ópera rock , sob a liderança de Pete Townshend.
Quando foi lançado em 1969, Tommy levou o Who ao sucesso mundial do dia para a noite, o disco conta a história de um garoto cego, surdo e mudo por culpa de uma espécie de trauma e que encontra um meio de ter contato com o seu mundo através de espelhos e do pinball. O disco, além de ter uma história maravilhosa criada pelo gênio Townshend, possui música da melhor qualidade possível que faz você querer ouvir esse clássico trocentas vezes e nunca enjoar, principalmente se você estiver com o LP em mãos!!
O albúm começa com a instrumental "Overture" de 5:00 min. que explica o desaparecimento do Captain Walker, pai de Tommy, durante a Primeira Guerra e que já deixa você meio que extasiado com os acordes, arranjos, pesos, instrumentos e etc. Sem dúvida uma das mais chamativas do albúm que segue com "It's a Boy" e "1921" que falam do nascimento de Tommy no dia em que a guerra termina e a outra fala da esperança da mãe, agora com um novo amante, para com um ano melhor para todos da família. Logo em seguida vem outra instrumental que segue o mesmo estilo da primeira, "Sparks" e uma de Sonny Boy Williamson, "Eyesight To The Blind", claro que todas estão dentro do contexto do albúm.
Há outros personagens, Kevin, primo de Tommy que adora tratar o primo feito lixo quando os pais deles não estão por perto, e o seu tio Ernie que é pedófilo (não precisa falar mais né?)
Tommy ganhou uma versão para os cinemas em 1975, dirigida por Ken Russel, que conta no elenco artistas como Jack Nicholson, Eric Clapton, Elton John, Tina Turner, Ann-Margret, Oliver Reed, entre outros.
O filme rendeu alguns prêmios e na época fez MUITO sucesso..e vale muito a pena assistir quem curte The Who e coisas do tipo. Mas um outro dia eu posto aqui os links para o filme, se eu achar..mas por enquanto fiquem com o disco que na minha opinião é o melhor já feito na história.
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